domingo, 24 de maio de 2009

Dust - Dust (1971)

Saudações, mortais desse Estranho Mundo.
Dizer que a Dust foi a banda de onde saiu Marc Bell - o Marky Ramone - é ser redundante. Então, prefiro contar outra história.
Richie Wise (guitarrista e vocalista) e Kenny Aaronson (baixista) eram amigos de longa data. Certa vez, os dois, ao assitirem uma apresentação de Hendrix no Fillmore East, em 68, testemunham o lendário guitarrista destruir seu instrumento no final do show. Os pedaços foram atirados ao público e Wise conseguiu ficar justamente com os captadores. Ele os adaptou em sua guitarra e iniciou sua carreira no rock. Nessa mesma época, Marc Bell era um pré-adolescente fã de Keith Moon e Mitch Mitchell que começava a se destacar com seu instrumento pelo seu jeito de tocar. Wise, Aaronson e Bell se juntaram, passaram a compor materiais próprios e assumiram a identidade de Dust. Outra coisa pouco dita sobre a banda: Lenny Kilmister, vocalista e baixista do Motörhead, citou diversas vezes essa banda como uma de suas principais influências no começo da carreira. Nada de estranho já que o trio executava um Hard Rock consistente e criativo, com influências de Southern, Heavy, psicodelia e até Jazz! Destaques desse primeiro disco: "Loose Goose", "Chasin' Ladies" e "Stone Woman".
"Almas atormentadas, tremei!"

sábado, 23 de maio de 2009

Grateful Dead - History of the Grateful Dead Volume One (Bear's Choice - 1973)

Saudações, mortais desse Estranho Mundo.
Gravado no lendário Fillmore East, em 13 e 14 de fevereiro de 1970, esse disco só foi lançado em 13 de julho de 73 como um tributo a Ron "Pigpen" McKernan, guitarrista, percussionista, gaitista e tecladista da banda Grateful Dead que faleceu antes que o disco ficasse pronto. O álbum ficou conhecido mesmo pelo nome de "Bear's Choice". O urso em questão era Owsley Stanley, um químico amigo da banda que ficou famoso por ser o primeiro a produzir LSD de qualidade e em larga escala. Esse registro era pra ser o primeiro de uma série mas o"Pigpen" faleceu, o contrato com a Warner venceu, a banda deixou a gravadora e nunca houve um "volume dois".
Nem a formação clássica.
Fim de uma era.
Destaque para as faixas "Hard to Handle" e "Black Peter".
"Almas atormentadas, tremei!"

Grateful Dead - Europe ´72 (1972)

Saudações, mortais desse Estranho Mundo.
Gravado em várias apresentações da Grateful Dead pela Europa no ano de 72 esse disco ao vivo foi originalmente lançado em versão tripla. Mesmo sendo fora das terras do Tio Sam a banda de Jerry Garcia não negou suas origens e mostrou toda a influência do american bluegrass, folk e country que permeavam suas músicas. Foi o álbum ao vivo que mais vendeu da Grateful Dead e, talvez por isso, tenha sido relançado em 95 (álbum duplo) e 2001 (versão cd). Destaque para as faixas "Truckin'", "He's Gone" e "Jack Straw".
Obs.: por motivos de espaço, a última faixa do álbum (17 - (Walk me out in the) Morning dew) está aqui, separada nesse arquivo.
(Walk me out in the) Morning dew).mp3
"Almas atormentadas, tremei!"

Grateful Dead - Grateful Dead (Skulls and Roses - 1971)

Saudações, mortais desse Estranho Mundo.
Cronologicamente, "Grateful Dead" (ou "Skulls and Roses", como ficou conhecido) foi o segundo registro ao vivo da banda de Jerry Garcia - a Grateful Dead. Contendo gravações feitas em diversas apresentações no começo do ano de 1971, "Skulls and Roses" - que era pra se chamar "Skull Fuck" - foi originalmente lançado como um álbum duplo. Além de Garcia (guitarras e vocais) participaram da gravação o guitarrista Bob Weir, o baixista Phil Lesh, o baterista Bill Kreutzmann e os tecladistas Ron "Pigpen" McKernan e Merl Saunders. A banda nunca negou que alguns dos vocais ficaram fracos e tiveram que ser refeitos em estúdio. Outra inserção admitida foi o teclado de Saunders nas faixas "Playing In The Band" e "Wharf Rat", mas nada que desmereça o disco. Destaques dessa vez para "Big Railroad Blues" e para a versão de "Not Fade Away".
"Almas atormentadas, tremei!"

Grateful Dead - Live/Dead (1969)

Saudações, mortais desse Estranho Mundo.
Atendendo ao pedido feito diretamente por Jerry Garcia - via Atitude Fanzine, do amigo Paulão - trago para compartilhar "Live/Dead", primeiro álbum ao vivo registrado pela eterna
Grateful Dead.
Gravado entre janeiro e março de 1969, em diversas apresentações da banda, esse álbum foi classificado por muitos releases da dita "imprensa especializada" como o melhor registro ao vivo de uma improvisação de rock de todos os tempos.
Não é pra menos: Garcia e Bob Weir (guitarras e vocais), Phil Lesh (baixo), Ron "Pigpen" McKernan, Bill Kreutzmann e Mickey Hart (bateria, percussão etc etc) e Tom Constanten (órgão) formaram uma das bandas mais criativas e viajantes de todos a história do rock. Tendo como combustível a explosiva realidade dos anos 60, aditivados com o áuge das experimentações lisérgicas e acompanhado de perto por uma legião de fãs conquistada nas diversas apresentações da banda por toda Califórnia, a Grateful Dead estabeleceu-se como uma das principais representantes da geração "sexo, drogas & rock´n´roll" - não necessariamente nessa ordem, é lógico.
Poesia, devaneios, inspiração, piração, rock, liberdade e música.
Grateful Dead.
Destaques para "St Stephen", "Turn On Your Love Light" e "Feedback".
"Almas atormentadas, tremei!"

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Chum - For Those About To Surf (2006)

Amigos,
vindos de Manhattan Beach, Los Angeles (Califórnia), Chum está pro Surf Rock assim como Johnny Cash está pro Counry. Formada por Rick Wilkinson (guitarra), Willy B. (baixo) e Adrien Anthony (bateria) a banda executa um Surf Rock mais pro distorcido do que pro reverberado - evidenciando a forte influência do Rock em suas músicas. Melhor do que eu ficar aqui falando é você entrar nessa página e conferir as amostras desse álbum.
Mais informações na página oficial da banda ou no myspace.
For Those About To Surf we Salute You!
Ou como dizem os nativos: Aloha & Mahalo.
Até mais.

The Surfacers - The Surfacers (2004)

Amigos,
em 1998 a banda argentina The Surfacers decidiu deixar de lado as versões de rock´n´roll que executavam e apostar nas composições próprias de Surf Rock instrumental. A primeira encarnação da banda tinha Matías Torres e Sebastian Marino nas guitarras, Santiago Urueña no baixo e Julio na bateria. Com esses elementos a banda passou a tocar, mostrar seus materiais e conquistar o reconhecimento. Chegou a gravar algumas demos antes que o baterista Julio deixasse a banda e fosse substituído por Sebastián Romani. Foi com essa formação que a Surfacers assinou contrato com a Green Cookie Records e gravou o primeiro disco, em 2003. Pouco tempo depois - antes mesmo que o álbum de estréia fosse lançado - foi a vez do guitarrista Sebastian Marino deixar a banda alegando diferenças musicais. No ano seguinte o álbum "The Surfacers" veio à publico e abriu a temporada de divulgação para a banda que passou a se apresentar por toda Argentina. Trata-se de Surf Rock clássico, instrumental, e você pode ter uma bela amostra nessa página.
Mais informações no myspace da banda.
Até mais.

Urban Surf Kings - Surf vs the Flying Saucers (2004)

Amigos,
o Urban Surf Kings vem de Nova Escócia, Canadá. Influenciados por Link Wray, Ventures e Dick Dale, Rev Hank (guitarra), Crash Flagg (baixo) e Inky (bateria) fazem um Surf Rock ao estilo anos 60, ou seja, instrumental e com referências aos cultuados filmes-B de ficção científica e terror. Ao todo a banda já lançou nove registros. "Surf vs the Flying Saucers" é, pelas minhas contas, o quarto deles. "Man From Adano" foi a única faixa que encontrei como amostra - mas o disco inteiro é muito bom.
Mais informações na página oficial ou no espaço da banda na Internet.
Até mais.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Dogs D´Amour - Straight!! (1990)

Saudações, mortais desse Estranho Mundo.
O álbum "Straight??!!", lançado pela Dogs d´Amour em 90, marcou o declínio da banda. Último álbum a conter a formação clássica (Tyla, Steve James, Jo Dog e Bam) foi também o último disco lançado antes que a banda decidisse encerrar suas atividades pela primeira vez. Numa apresentação lendária em Los Angeles, Tyla declarou no palco que aquela seria a despedida da banda. Atônita, a platéia ainda testemunhou o vocalista se mutilar com cacos de vidro em pleno palco, numa mistura de desespero, desequilíbrio e marketing?! Bom, faz parte..
O baterista Bam juntou-se ao The Wildhearts. Tyla começou a escrever um livro de poesias. Tá certo que um ano depois a banda se reuniu - mas não foi mais como antes: eram outros tempos - e Jo Almeida tinha sido substituído por Darrell Bath.
Destaques desse disco para as faixas "I Don't Want You To Go", "Victims Of Success Live" e "Lady Nicotine"
Fim de uma era.
"Almas atormentadas, tremei!"

Dogs D´Amour - Errol Flynn (1989)

Saudações, mortais desse Estranho Mundo.
"Errol Flynn" saiu também em 89. Não bastasse isso o disco ainda foi lançado nos Estados Unidos com outro nome: "King of the Thieves". O disco contém, talvez, a música mais famosa da banda: "Satellite Kid" - mas outros momentos merecem destaque como as faixas "Drunk Like Me", "Goddess From The Gutter" e "Princess Valium".

Dogs D´Amour - A graveyard of empty bottles (1989)

Saudações, mortais desse Estranho Mundo.
Terceiro álbum da banda Dogs d´Amour, "A Graveyard of Empty Bottles" foi lançado em 89, apenas um ano depois de seu segundo disco. O disco trouxe todas as guitarras soando mais acústicas e as faixas "I Think It's Love Again" e "The bullet proof poet" poderiam sintetizar o disco. "A graveyard of empty bottles" consagrou, ainda, a "formação clássica" da banda - com Tyla, Jo "Dog" Almeida e Bam.
Mais informações no espaço da banda na Internet.
"Almas atormentadas, tremei!"

Dogs D´Amour - In the dynamite jet saloon (1988)

Saudações, mortais desse Estranho Mundo.
O primeiro disco da Dogs D´Amour repercutiu tão bem que logo a banda foi convidada a assinar contrato com o selo japonês Watanabe. Nessa época a banda passou por novas mudanças: saiu o baixista Karl Watson e entrou Mark Duncan. Pouco tempo depois saiu Mark Duncan e entrou Mark Drax. E novamente saiu Mark Drax e entrou Steve James. Essas mudanças atrasaram os lançamentos da banda e dificultaram a relação da Dogs D´Amour com o selo japonês. Migraram, então, para a inglesa China Records, em 88. No mesmo ano lançaram "In the Dynamite Jet Saloon", segundo disco oficial da banda. "The Kid From Kensington" foi o carro-chefe do álbum que teve ainda, como destaque, as faixas "I Don't Want You To Go" e "Debauchery", "How Come It Never Rains" e "Last Bandit". O álbum serviu de apresentação da banda no Reino Unido, já que o disco anterior só havia sido lançado na Finlândia. Desde então a banda se tornou referência em Glam Rock, Hard Rock Farofa e Hair Metal.
"Almas atormentadas, tremei!"

Dogs D´Amour - The State We're In (1984)

Saudações, mortais desse Estranho Mundo.
Londres, Inglaterra, 1983.
O guitarrista Timothy Taylor, mais conhecido com Tyla, decide formar uma banda de rock´n´roll: The Bordello Boys. Aliado ao vocalista americano Robert Stoddard (Ned Christie, para os íntimos) - que passava uma temporada nas terras da Rainha - Tyla começa a compor. Logo, juntam-se à banda o guitarrista Nick Halls, o baixista Karl Watson e o baterista Bam. Pouco depois, Christie sugere outro nome pra banda.
Nascia a Dogs D'Amour.
A banda apresenta seu Glam Rock algumas vezes até conseguir um contrato com a Kumibeat Records, gravadora finlandesa. Porém, pouco antes de gravarem o primeiro disco, Tyla e Christie se desentendem e o vocalista deixa a banda. Quase na mesma época, Halls e Bam resolvem pular fora também, obrigando Tyla e Watson a reformular a banda. Para assumir as guitarras, Tyla convida Dave Kusworth, e para a bateria, Paul Hornby. Com essa formação a Dogs D'Amour viaja à Finlândia e grava "The State We're In", álbum de estréia da banda. Destaque para as faixas "How Do You Fall In Love Again?" e "The State I'm In".
Com esse álbum a banda retorna à Inglaterra e são cooptados por Johnny Thunders para excursionarem juntos. O baterista Bam é reintegrado à banda (Paul Hornby, mais tarde, formaria a Quireboys) enquanto que Jo "Dog" Almeida assume as guitarras no lugar de Dave Kusworth (que saiu pra formar sua própria banda: The Jacobites).
Mais informações na página oficial da banda.
"Almas atormentadas, tremei!"

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Sisters of Mercy - Vision Thing (1990)

Amigos,
as constantes mudanças de formação fizeram com que a banda Sisters of Mercy, após o lançamento de seu primeiro álbum, ficasse mais conhecida como um projeto do vocalista Andrew Eldritch do que como uma banda de verdade. Mesmo assim o material produzido pelo "projeto" nos seus três álbuns oficiais até hoje soa significativo. Ao lado do guitarrista alemão Andreas Bruhn, do baixista Tony James (ex-guitarrista do Sigue Sigue Sputnik e ex-baixista do Generation X) e do guitarrista Tim Bricheno, Eldritch gravou "Vision Thing": um retorno à orientação musical baseada nas guitarras e no rock. O disco, politizado desde o título (que remete às práticas políticas dos Estados Unidos) trouxe a banda de volta ao "olho do furacão": "Doctor Jeep", "Vision Thing" e "Detonation Boulevard" mostravam que a banda ainda tinha o que mostrar. Porém, como nada é simples, logo de início planejaram uma excurssão ao próprio Estados Unidos onde se apresentariam ao lado dos rappers do Public Enemy!!. É claro que isso podia não acabar bem e várias cidades preferiram não agendar apresentações antevendo o pior. Isso desgastou a imagem da banda junto à WEA que decidiu não mais distribuir seus materiais na América do Norte. Aos poucos a banda foi desfazendo-se: primeiro Tony James deixou os baixos a cargor do indefectível "Doktor Avalanche"; depois foi a vez de Tim Bricheno ser substituído por Adam Pearson. Com ele, os últimos registros da Sisters of Mercy foram "Some Girls Wander By Mistake", de 92 - uma compilação contendo os primeiros singles independentes da badna -, e "A Slight Case of Overbombing", de 93 - uma compilação de grandes sucessos. Em dezembro de 93 Andrew Eldritch decretou o falecimento da Sisters of Mercy.
Até mais.

Sisters of Mercy - Floodland (1987)

Amigos,
a convivência dentro da Sisters of Mercy não devia ser nada fácil. Logo depois do lançamento do primeiro disco - e de sua turnê de divulgação - todos os integrantes deixaram a banda, abandonando Eldritch e seu projeto. Hussey e Adams formaram a "The Sisterhood" - que por motivos óbvios teve que mudar de nome para "The Mission". Eldritch, então, juntou-se à baixista Patricia Morrison e juntos promoveram uma sensível mudança de direção nos rumos musicais da banda: a orientação "rock e guitarras" deu espaço pra composições "sintetizadas e climáticas". Mesmo com essas mudanças, Eldritch nunca aceitou classificar sua música como "gótica" - mesmo sendo considerado um dos principais nome do gênero. "Lucretia, My Reflection" renovou a adoração dos frequentadores dos clubes noturnos ingleses pela banda: repetitiva, pulsante, intensa. "This Corrosion", uma evidente demonstração de desapreço pelos ex-companheiros de banda, até hoje é lembrada por quem assistia às primeiras experiências visuais das TV´s, na década de oitenta. Tempos depois, Eldritch afirmou que a baixista Morrison não tocou no disco - apenas figurou como elemento promocional. Até hoje essa discussão repercute entre os fãs já que Patricia já tinha tocado com Eldritch anteriormente e tem seu rosto estampado na capa do álbum. Outro detalhe significativo: a banda não se apresentou ao vivo na divulgação desse disco. Coisas do rock.
Mais informações nessa página.
Até mais.

Sisters of Mercy - First and Last and Always (1985)

Amigos,
nos anos oitenta Andrew Eldritch (guitarra e bateria) e Gary Marx (guitarra e vocais), assíduos frequentadores das casas noturna de Leeds (Inglaterra), decidiram formar uma banda. Influenciados pelo ambiente em que viviam, Eldritch e Marx compuseram "Damage Done/Watch/Home of the Hit-men", um single lançado pelo selo "Merciful Release", de Eldricht, e prensado em apenas 1000 cópias enviadas às rádios - principalmente ao famoso programa de John Peel. Seis meses depois Eldritch reformulou pela primeira vez a banda: assumiu os vocais, Marx ficou com as guitarras, Ben Gunn foi convidado - e aceitou - assumir uma segunda guitarra, Craig Adams - um amigo dos dois - ficou com o baixo, e, para a bateria, foi escalado "Doktor Avalanche", um sequenciador eletrônico (na época um Boss dr55). Em 83 lançam o single "Temple of Love" e assinam contrato com a WEA. Na mesma época o guitarrista Gunn resolve deixar a banda por diferenças pessoais e musicais com Eldritch. Em seu lugar assume Wayne Hussey. Com essa formação a banda grava “First And Last And Always”, primeiro álbum oficial. Reunindo elementos psicodélicos, punks e dançantes, a banda logo caiu nas graças do público gótico, apreciadores dos clubes noturnos dos quais Eldritch e Marx saíram e nos quais a Sisters of Mercy se apresentava. Ao vivo a banda interpretava, ainda, versões de músicas de Velvet Underground, Suicide e Richard Berry (registrados em discos foram apenas versões para Stooges, Rolling Stones e Hot Chocolate). No disco o que se pode constatar é que a banda de Eldritch imprimiu uma personalidade tão grande em suas composições que gerou uma legião de seguidores e influenciados que chega até os dias de hoje.
Destaque para as faixas "Marian", "First And Last And Always" e "Black Planet", minha favorita.
Mais informações na página oficial da banda.
Até.
Desenvolvido por UsuárioCompulsivo, desmontado e remendado por "Estranho Mundo de Mary". ^