sábado, 4 de outubro de 2008

1000 Homo DJs - Supernaut (1990)

Boomp3.com
Amigos,
o 1000 Homo DJs começou como um projeto paralelo das mentes estranhas e brilhantes de Al Jourgensen e Jello Biafra (ex-Dead Kennedys) para gravar os materiais que não entravam nos álbuns do Ministry. O nome estranho surgiu quando Jourgensen mostrava seus materiais para Jim Nash - sócio dele na gravadora WaxTrax - e esse dizia: "No one's gonna play this, it's gonna take a thousand homo DJs to play this for anyone to buy it". Nos discos oa integrantes assumem pseudônimos (já que muitos têm ligações com gravadoras diferentes), mas são figurinhas carimbadas do rock industrial e alternativo, por exemplo: Al Jourgensen é Buck Satan; Paul Barker (ou Jeff Ward, ou Martin Atkins) é Officer AgroMike Scaccia é Ike Krull; William Rieflin é Wee Willie Reefer; Jello Biafra é Count Ringworm; Pamela Manning (muitas vezes chamada de Patty Jourgensen) é Viva Nova; The Temple of Drool Choir são Mike O'Connell, Wes Kidd, Brian St. Clair, Herb Rosen, Joe Kelly, Jerry Rodgers. Outro famoso colaborador do projeto é Trent Reznor mas por motivos contratuais, seu nome não sai nem com apelido! O projeto gravou dois singles - Apathy (1988) e Supernaut (1990). Nesse último single a banda gravou "Hey Asshole" (lá no playerzinho e uma versão para o clássico do Black Sabbath "Supernaut" que depois entraria no álbum tributo ao Sabbath "Nativity in Black". Além disso, esse single de 1990 inclui o primeiro single num único cd. É esse registro que compartilho hoje aqui.
Ouvidos sensíveis e radicais de todos os tipos, fiquem longe!
Mais informações nessa página não-oficial, nessa oficial ou no myspace deles.
Ah! Antes que eu me esqueça: Industrial não é Nu Metal!
Até mais.

2 comentários

ganjacore disse...

GRAAAAAANDE POST. ESTES PROJETOS MALUCOS DO BIAFRA E OS CARAS DO MINISTRY SÃO DO CANÁRIO!!!!JÁ BAIXEI NO ATO POIS ESTE EU NÃO TINHA1 VALEU

hellraiser disse...

Saudações, Ganja
Eu sempre achei o Jello e o Jourgensen dois caras muito estranhos e cheio de idéias em comum - mesmo um fazendo hardcore e o outro industrial. Se você ouvir os últimos discos do Ministry pode até pensar que foi o Jello quem escreveu as letras de tã politizadas que elas estão - e depois desse projeto, quem pode garantir que não foi?
Valeu pela visita e até mais!

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